Segundo especialistas, a prioridade máxima é aumentar as coberturas vacinais. Para a Covid, novas variantes podem surgir e grupos mais vulneráveis devem se preparar para reforço com doses bivalentes.
O ano de 2023 pode ficar marcado como o ano do fim da pandemia da Covid-19, segundo projeção recente de um dos diretores da própria Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas isso não significa que o vírus deixará de existir. Pelo contrário: tanto o Sars-Cov-2 como outros que nos “assombraram” nos últimos dois anos vão continuar em circulação. O grande desafio – e isso não vem de agora – é controlá-los.
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Fonte: Leia a matéria na íntegra em G1.com.
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