Entidades de saúde em todo o mundo discutem nesta semana sobre a sepse, doença potencialmente grave e caracterizada por um conjunto de manifestações críticas que se espalham pelo organismo, produzidas em resposta à evolução de um quadro infeccioso. O Brasil está entre os países com as maiores taxas de letalidade por sepse, também chamada de infecção generalizada.
Segundo dados do Instituto Latino-Americano da Sepse (ILAS), a estimativa de ocorrência do quadro no país chega a 670 mil casos por ano, sendo 240 mil de pacientes fatais em decorrência da doença, que durante sua manifestação pode levar a queda da pressão arterial, falência de órgãos, entre outros sintomas.
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