O total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares cresceu 0,5% nos 12 meses encerrados em outubro de 2020. Esse é o maior crescimento no intervalo anual registrado pela Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), que acabamos de publicar. Com isso, o setor atingiu 47,2 milhões de vínculos com planos de saúde, o que representou um leve crescimento em relação ao apurado em setembro, quando o segmento voltou a ultrapassar as 47 milhões de vidas.
O avanço de 0,5% na comparação com outubro do ano passado significa aproximadamente 225 mil vínculos a mais. Esse número pode ser resultado de duas tendências: de um lado, a pandemia do novo Coronavírus pode ter levado o brasileiro a notar a importância de se contar com um plano de assistência médica. De outro, a economia nacional segue tentando retomar as atividades, empregar mais pessoas e contratar planos de saúde. Com isso, reforça-se a tendência de crescimento, ainda em ritmo lento, registrada a partir de julho por toda a economia e, consequentemente, o segmento médico-hospitalar.
Na análise anual, a faixa etária de 59 ou mais foi a que registrou o aumento mais expressivo, com avanço de 3,0%. Na trimestral, no entanto, os brasileiros entre 19 e 58 anos foram maioria. Os cerca de 258 mil beneficiários a mais levaram a um aumento de 0,9% no período. Em outubro de 2020, 38,1 milhões (80,7%) de beneficiários médico-hospitalares possuíam um plano coletivo. Desse total, 83,6% eram do tipo coletivo empresarial e 16,4% do tipo coletivo por adesão.
O avanço de 0,6% entre os planos coletivos resulta da criação de novas vagas de emprego. Isso, somado ao fato de que nesta modalidade, os coletivos por adesão tiveram aumento de 2,1% em 12 meses. São os planos viabilizados para grupos de pessoas de acordo com a sua categoria profissional ou área de atuação e vinculadas aos sindicatos e entidades de classe.
No período de 12 meses encerrado em outubro, a região Centro-Oeste registrou o melhor desempenho dos planos de assistência médica. Os mais de 78 mil novos beneficiários levaram ao crescimento de 2,4%. Já em números absolutos, a região Sudeste teve o crescimento mais significativo com mais de 124 mil vínculos a mais, aumento de 0,4%. Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal foram as que tiveram o maior crescimento entre as 18 unidades federativas que registraram avanço no número total no período assinalado.
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