Milhares de pacientes com sequelas da covid-19, demanda reprimida de cirurgias eletivas que foram canceladas na pandemia, impacto negativo no tratamento de doenças como câncer e vacinação lenta em meio a novas ondas de infecção.
O fim da pandemia de coronavírus nem aparece ainda no horizonte, mas já está claro para muita gente que os impactos serão sentidos por muitos anos mesmo quando a circulação do vírus estiver controlada no mundo.
Na área da saúde pública, esse cenário crítico deve durar pelo menos uma década, estima Suzana Lobo, diretora-presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), em entrevista à BBC News Brasil. O problema, segundo ela, se agrava ainda mais por causa das desigualdades de acesso a saúde no Brasil, tanto regionais quanto socioeconômicas.
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