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Clipping IAG

Como está a gestão da saúde entre as empresas

Grupo IAG Saúde
09/11/2020

Os dados da última Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) mostram que mais de 80% de beneficiários de planos médico-hospitalares do Brasil possuem um plano coletivo. Desses, 83% são do tipo coletivo empresarial e 16,4% do tipo coletivo por adesão. Os números reforçam a necessidade de se ampliar o compartilhamento das melhores práticas de gestão de saúde com diferentes inciativas, seja por meio de eventos, pesquisas, novas práticas na formação de executivos e administradores do setor, entre outros.

   

É por isso que temos feito a nossa parte por meio de nossas publicações e da geração de conteúdos para o avanço do segmento, dos nossos webinars, do Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar  e outras iniciativas. Além de apoiar parceiros com conteúdos relevantes nesse tema.

   

Portanto, vale a pena conhecer a pesquisa Gestão de Saúde Corporativa, realizada pela Aliança para Saúde Populacional (ASAP) e a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). Recentemente foi divulgada a segunda edição da publicação. Nas duas pesquisas, o perfil geral das empresas se manteve próximo. O que mudou foi a ampliação da representatividade, passando de 3 milhões em 2017 para 6,5 milhões de beneficiários em 2020.

   

O relatório tem o objetivo de verificar como é tratada a saúde dos colaboradores, as prioridades de gestão, investimentos, custos, relevância para os negócios e outros tópicos. E alguns pontos chamam a atenção.

   

Apesar da saúde corporativa ser o segundo maior orçamento das organizações e 81% das empresas entenderem a importância do tema como média ou alta, a gestão dos programas ainda é delegada as pessoas com baixo poder de influência e decisão. A pesquisa mostra que 39% são analistas, técnicos ou coordenadores e somente 12% são diretores.

   

Importante notar como as empresas têm percebido a necessidade de se mudar o foco da assistência com outras práticas. Observou-se, por exemplo, uma evolução da adoção de ações em atenção primária. A utilização de práticas voltadas para a medicina da família, por exemplo, mais que dobrou entre as edições da pesquisa: avançou de 7% em 2017 para 15% em 2020.

   

Esse pode ser um dos fatores que motivaram a desaceleração do aumento dos custos. Enquanto em 2017 14% das empresas relataram ter tido aumento acima de 20% no benefício, esse número caiu para 8% no relatório mais recente. No entanto, 83% acreditam que não conseguirão evitar aumento nos custos com saúde nos próximos dois anos.

   

A pesquisa ainda traz números sobre estratégias de saúde, sinistralidade, saúde mental, alimentação saudável e outros.

     

Fonte: Leia a matéria na íntegra no Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

Créditos da Imagem Destacada: People Working Covid - imagem criada por freepik - disponível em br.freepik.com.

Esta publicação em nada reflete a opinião ou conhecimento pessoal da Presidência, da Diretoria ou da equipe do Grupo IAG Saúde, sendo seu caráter, unicamente informativo, não sendo utilizada para fins comerciais.

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OBS: LINHAS 40 e 54