Segundo presidente da Amib, várias regiões do país têm estoque do chamado kit intubação para apenas cinco dias.
Mal se passaram dois meses desde o maior número de mortes por Covid-19 em um só dia (em 8 de abril, o Brasil registrou 4.249 óbitos devido à doença), e o país já se prepara para a chamada terceira onda da pandemia do novo coronavírus. A situação preocupa especialistas e associações, que temem novo colapso do sistema de saúde, com falta de vagas em unidades de terapia intensiva (UTIs) e de medicamentos do chamado kit intubação.
Em março e abril, hospitais dos quatro cantos do país e gestores públicos anunciaram a falta de analgésicos, sedativos e bloqueadores musculares, em meio à segunda onda da Covid-19. Com o potencial agravamento da pandemia, novamente, brasileiros podem reviver o pesadelo de não encontrarem o básico para ter a doença tratada.
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