Os ataques cibernéticos às instituições de saúde cresceram 45% no mundo todo, entre novembro e dezembro de 2020, segundo relatório da empresa de segurança Check Point. Esse dado demonstra que, além da pandemia em si, a cibersegurança se consolidou como uma das grandes preocupações do setor, que é o que mais vem sofrendo com crimes dessa natureza ultimamente.
“Desde o início da pandemia, diversas empresas se tornaram alvo dos criminosos, em especial as do setor de pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, hospitais e laboratórios de análises clínicas. Infelizmente, sabe-se que parte das causas desse aumento de ataques ocorre em função de exploração de vulnerabilidades humanas, somada à existência de vulnerabilidades tecnológicas”, explica o professor Marcelo Lau, coordenador do curso de MBA em Cibersegurança do Centro Universitário FIAP.
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