Pesquisadora da Fiocruz aponta imunizante como grande vitória contra doença que é transmitida por inalação de gotículas contaminadas.
Os versos não eram o remédio, mas o desabafo: "Eu sei que vou morrer... dentro do meu peito /um mal terrível me devora a vida". Em 6 de julho de 1871, Castro Alves, de apenas 24 anos, sucumbiu à tuberculose. A maior novidade no combate a essa doença respiratória, que acomete principalmente os pulmões, só surgiria 50 anos depois da morte do poeta baiano: a vacina.
O imunizante foi fruto de uma longa pesquisa dos franceses Léon Calmette e Alphonse Guérin. Eles atenuaram uma bactéria, batizada de Bacilo de Calmette e Guérin (por isso, a sigla BCG), e anunciaram, naquele 1º de julho de 1921, uma forma de debelar o bacilo de Koch, causador da tuberculose.
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Fonte: Leia a matéria na íntegra em Revista Exame.
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