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Ciência & Bem-estar

Brasil tem que assumir protagonismo na América do Sul para contribuir com a erradicação da Covid-19, diz especialista

Para o médico Fábio Gastal,  País precisa participar da estratégia da Organização Mundial da Saúde (OMS) para doação ou venda de imunizantes com preço subsidiado aos países vizinhos mais pobres, a fim de conter a disseminação da doença na região e o potencial surgimento de uma cepa resistente à vacina. Se a vacinação continuar no […]

Grupo IAG
28/10/2021

Para o médico Fábio Gastal,  País precisa participar da estratégia da Organização Mundial da Saúde (OMS) para doação ou venda de imunizantes com preço subsidiado aos países vizinhos mais pobres, a fim de conter a disseminação da doença na região e o potencial surgimento de uma cepa resistente à vacina.

Se a vacinação continuar no ritmo atual, 90% dos brasileiros deverão estar totalmente imunizados contra o Sars-cov2 até o primeiro semestre de 2022. Mas não basta manter a doença sob controle. É imperativo que o Brasil dialogue com a OMS a fim de participar da estratégia de doação ou venda a preço subsidiado da vacina contra covid-19 aos seus vizinhos mais pobres para erradicar a  doença na região. Além disso, poderia usar sua capacitação técnica e sua larga experiência para ajudar a acelerar os programas nacionais de vacinação desses países. É o que defende o médico Fábio Gastal, superintendente de Novos Negócios da Seguros Unimed, presidente do Conselho da ONA (Organização Nacional de Acreditação), diretor acadêmico da Faculdade Unimed e coordenador científico da Hospitalar. Por fazer fronteira com quase todos os países da América do Sul, o Brasil precisa se preocupar não só com a imunização de seus cidadãos como também com o andamento da vacinação no seu entorno. “Mesmo estando 100% imunizado, o brasileiro que entrar em contato com pessoas não vacinadas vindas de países vizinhos vai se contaminar ou recontaminar, contribuindo para disseminar a doença e até para o surgimento de uma cepa mais forte e resistente às vacinas existentes”, afirma Gastal.   (Continua…) Fonte: Leia a matéria na íntegra em O Estado. _____________________________________________________________ Créditos da Imagem Destacada: Imagem de Gerd Altmann por Pixabay Esta publicação em nada reflete a opinião ou conhecimento pessoal da Presidência, da Diretoria ou da equipe do Grupo IAG Saúde, tendo caráter unicamente informativo e não sendo utilizada para fins comerciais. Imagem de Gerd Altmann por Pixabay