Análise conduzida na Inglaterra sugere que essas cartas podem impactar positivamente na resiliência das equipes.
Muitas instituições de saúde disponibilizam formulários para sugestões, críticas e elogios em suas unidades. Essas comunicações recebidas estão sendo analisadas ou todos os comentários tecidos voluntariamente pelos pacientes acabam sendo pouco utilizados como potenciais indicadores? É comum e recorrente que os sistemas baseiem suas avaliações de qualidade nas métricas internas priorizando, inclusive, a análise dos pontos de falha em detrimento às conquistas positivas.
Estudo conduzido no Reino Unido (1) reuniu 1.267 cartas de elogios enviadas a 54 hospitais e as classificou de forma manual para compreender quais práticas estavam sendo elogiadas e o que levou esses pacientes a redigir esses elogios. Para uma melhor compreensão, o estudo também filtrou para quem essas cartas eram endereçadas. A pesquisa foi motivada pela percepção de que identificar práticas passíveis de elogios pode otimizar uma visão de cuidados de alta qualidade centrados no paciente.
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Fonte: Leia a matéria na íntegra em Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP).
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