Pacientes internados em locais mais isolados podem estar em maior risco?
A falta de contato social de muitos indivíduos idosos já soava um alarme de saúde pública quando, no início da pandemia de COVID-19, as instituições de longa permanência fecharam para visitas e em pouco tempo os profissionais atuantes nesses locais começaram a relatar aumento de casos de depressão, ansiedade e agravamento da demência dos residentes.
A fim de compreender os impactos do isolamento social na população norte-americana, pesquisadores conduziram um estudo transversal (1) com mais de 730 mil pessoas que moravam em 14 mil instituições de longa permanência estabelecidas no território dos Estados Unidos.
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Fonte: Leia a matéria na íntegra em Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente (IBSP).
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