Saúde é um conceito amplo para a Fundação Oswaldo Cruz. Presença diária nas manchetes desde o início da pandemia de coronavírus, a Fiocruz é mais que uma fábrica de vacinas, medicamentos, reagentes e kits de diagnóstico. A mais importante instituição científica da América Latina trabalha com pesquisa, ensino, assistência e informação e, justamente por isso, enxerga o respeito à diversidade como parte da definição de saúde. Para que esse preceito seja uma constante em suas diferentes frentes, desde 2009, o Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça desenvolve ações de estímulo à diversidade e enfrentamento aos preconceitos de gênero e raça dentro e fora da Fundação.
Para entender a capilaridade do Comitê, é preciso lembrar que a Fiocruz é muito maior que a sua sede, o Palácio de Manguinhos, no Rio de Janeiro. A Fundação conta com mais de 7.500 funcionários em 21 unidades, sendo 11 no Rio, dez em outros estados e uma em funcionamento em Moçambique. Além disso, por ser vinculada ao Ministério da Saúde, trabalha em conjunto com o Sistema Único de Saúde (SUS) e assim está presente em todo o país.
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