Itens dificultam a leitura labial entre portadores de deficiência auditiva e ouvintes. Professora chegou a criar uma máscara transparente para facilitar a comunicação.
A máscara de proteção facial, uma medida de prevenção contra a Covid-19, já faz parte da realidade no mundo inteiro. Desde o início da pandemia, o equipamento é indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e no Estado de São Paulo, seu uso é obrigatório em locais públicos, estabelecimentos e afins. No entanto, a utilização do item trouxe dificuldades de comunicação para os deficientes auditivos, pela falta do apoio visual proporcionado pela leitura labial.
Esse é o caso do filho da professora Regina Di Maio, o adolescente Igor, de 16 anos, de Santos, no litoral paulista. Em entrevista ao G1, ela conta que estudante foi perdendo a audição gradativamente e, aos 7 anos de idade, ficou completamente surdo. Por ter tido um pouco de audição, o jovem foi estimulado a fazer a leitura labial para conseguir se orientar fora de casa.
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Fonte: Leia a matéria na íntegra em G1.com.
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