Segundo pesquisa realizada com mais de 1,5 mil profissionais, 52,2% dizem não ter recebido qualquer tipo de capacitação para atuar na linha de frente.
Situações emergentes na saúde pública determinam novos protocolos e demandam capacitação dos profissionais da área – ainda mais se tratando de uma pandemia. Só que, no Brasil, menos da metade dos profissionais de saúde pública do país (como médicos, profissionais de enfermagem, agentes comunitários e outros) receberam algum tipo de treinamento para atuar na linha de frente da Covid-19.
Os dados compõem a pesquisa “A pandemia de COVID-19 e os(as) profissionais de saúde pública no Brasil”, organizado pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB FGV-EAESP), em parceria com a Fiocruz e com a Rede Covid-19 Humanidades. O relatório será publicado na terça (10), às 11 horas. Na mesma hora, haverá uma conversa com jornalistas com a coordenadora do trabalho, Gabriela Lotta, e equipe.
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