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Ciência & Bem-estar

Artigo científico mostra características da “segunda onda” de Covid-19 em dez países

Análise estatística de pesquisadores da Rede ModInterv sustenta que reaceleração da curva de mortalidade é mais intensa onde ela havia sido “achatada”, traduzindo em números o choque vivenciado em países como a Alemanha. O Brasil também enfrenta segunda onda, mas em situação diferente: “não teve como piorar”.   O relaxamento de medidas sanitárias nos países […]

Grupo IAG
24/03/2021

Análise estatística de pesquisadores da Rede ModInterv sustenta que reaceleração da curva de mortalidade é mais intensa onde ela havia sido “achatada”, traduzindo em números o choque vivenciado em países como a Alemanha. O Brasil também enfrenta segunda onda, mas em situação diferente: “não teve como piorar”.

 

O relaxamento de medidas sanitárias nos países que haviam alcançado o “achatamento da curva” da mortalidade por covid-19 conduziu a uma segunda onda da doença ainda mais grave, sugerem pesquisadores da Rede Cooperativa de Pesquisa em Modelagem da Epidemia de Covid-19 e Intervenções não Farmacológicas (Modinterv). O estudo “Standard and anomalous second waves in the COVID-19 pandemic”, publicado na plataforma de pré-prints medRxiv e submetido ao periódico Scientific Reports, considerou o cenário de dez países, incluindo o Brasil, em seis continentes. A constatação é de que metade dos países analisados haviam controlado a doença, mas registraram até 12 vezes mais mortes na segunda onda na comparação com a primeira.


Com base em parâmetros do modelo matemático, o estudo apresenta um índice que foi descrito pelos pesquisadores de “número de mortes que poderiam ter sido poupadas se o país tivesse conseguido evitar uma segunda onda de covid-19”. A situação foi verificada em Marrocos, Austrália, Áustria, Alemanha e Sérvia. Todos são países que tinham alcançado o platô da curva de mortalidade por covid-19 — que, no gráfico que considera número de mortes acumuladas e dias desde a primeira morte, significa ausência de mortes —, e viram a retomada da curva chegar a níveis ainda mais altos na segunda onda. Nesse cenário, os casos mais graves dentre os países considerados no estudo são os do Marrocos (12,7 vezes mais mortes), do Irã (8,7 vezes) e da Alemanha (8,4).

   

(Continua…)

 

Fonte: Leia a matéria na íntegra em Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Créditos da Imagem Destacada: Onda de Covid - imagem criada por freepik - disponível em br.freepik.com. 

Esta publicação em nada reflete a opinião ou conhecimento pessoal da Presidência, da Diretoria ou da equipe do Grupo IAG Saúde, tendo caráter unicamente informativo e não sendo utilizada para fins comerciais.

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